História da Bridgestone

Enquanto a Firestone já estava em ascensão, o futuro fundador da Bridgestone, Shojiro Ishibashi, ainda administrava os negócios da família, no ramo de fabricação de calçados japoneses. Buscando novas oportunidades, iniciou em 1930 suas primeiras experiências na produção de pneus. Utilizando maquinário importado e com apenas 20 funcionários, produziu, então, seus primeiros protótipos.

O crescimento da indústria automobilística levou Shojiro a criar, em 1931, sua primeira fábrica de pneus: a Bridgestone Tire & Co., com um capital de US$ 1 milhão. O nome da empresa deriva do próprio sobrenome do fundador ("Ishibashi", em inglês, significa "Stonebridge", ou ponte de pedra). Por questão de sonoridade, inverteu-se o nome, nascendo assim a Bridgestone, sinônimo de resistência, durabilidade e internacionalidade.

No final da década de 30, a companhia já se expandia, com a inauguração de uma nova fábrica de pneus em Yokohama e outra de borracha, na China. Em 1953, as vendas anuais da Bridgestone já alcançavam US$ 280 milhões, o mais alto faturamento entre os fabricantes japoneses de pneus.

Ishibashi morreu aos 88 anos, em 1976. Na época, além de dominar o mercado japonês de pneus, a Bridgestone já os comercializava com sucesso no mercado norte-americano. No início dos anos 80, a empresa adquiriu três fábricas na Austrália e passou a figurar entre os seis maiores fabricantes de pneumáticos do mundo.

Logo depois, em 1988, a Bridgestone comprou a Firestone e anunciou um plano de investimentos da ordem de US$ 1,5 bilhão nas operações da americana. Um ano depois, foi criada a Bridgestone Americas Holding, que incorpora as operações da Bridgestone do Brasil nas Américas.